IBRASG é contra o projeto de flexibilização da exigência de conselhos de administração e fiscal em companhias abertas

O IBRASG se opõe ao projeto que visa acabar com a exigência de conselhos de administração e fiscal em companhias abertas. A proposta, inserida no marco legal das startups, poderia destruir a estrutura de governança de aproximadamente um terço das companhias listadas na B3. Esse projeto representa um imenso retrocesso em termos de governança e de proteção do público investidor, pois afeta órgãos imprescindíveis para o exercício dos direitos essenciais dos acionistas, sem os quais não pode haver um mercado de capitais confiável e eficiente. Cumpre lembrar que, no exercício dos seus deveres de diligência e lealdade, o Conselho de Administração promove os valores da companhia e fiscaliza a diretoria, zelando pelos interesses da companhia e de todos seus acionistas, enquanto o conselho fiscal analisa as contas e monitora os gastos, evitando irregularidades e alertando o público investidor para a real situação financeira das companhias abertas.

B3 notifica Linx de que multa para acionistas em proposta da Stone infringe regras

IBRASG é contra o voto plural

O IBRASG tem se posicionado publicamente contra o Projeto de lei nº 10.736/2018 que pretende autorizar o voto plural a uma classe de ações, em contrariedade ao sistema instituído pela Lei das S/A, baseado no princípio "uma ação, um voto", e aos mais basilares direitos dos acionistas minoritários. Há que se entender que a perda de atratividade do mercado brasileiro para investidores estrangeiros se deve à instabilidade político-econômica e, sobretudo, à insegurança jurídica causada pela ausência de indenização dos investidores da B3 quando as companhias praticam ilícitos contra o mercado, como no escandaloso caso Petrobras. Os investidores estrangeiros repetem sempre que não pretendem voltar a negociar na B3, preferindo comprar títulos de empresas brasileiras em NY, pois lá eles têm a certeza de que serão indenizados em caso de informação enganosa. Não é o transplante de um instituto estranho ao nosso sistema que resolverá essa perda de competitividade do nosso mercado de capitais.

A pedido de investidores CVM, investigará operações do UBS com ações do IRB

Em ação proposta pelo IBRASG Justiça decidirá destino do negócio entre Stone e Linx que prejudica minoritários

Desde 2013, o IBRASG defende os direitos dos minoritários nas assembleias da Eletrobras. Continuamos vigilantes e em contato com a Eletrobras para defender esses direitos na privatização que se anuncia.

A partir de denúncia do IBRASG, CVM iniciou investigação sobre Pasadena

IBRASG questiona informações fornecidas pelo IRB que causaram perdas aos investidores

IBRASG adota medidas para ressarcir minoritários da Vale

IBRASG apresenta denúncia ao CADE no caso Gemini

Há 13 anos o IBRASG defende os direitos dos minoritários em todas as assembleias da Petrobras. É inaceitável que o STF desvie para outras finalidades o valor destinado pelo DOJ norte-americano à indenização dos acionistas brasileiros

IBRASG tem questionado o pagamento de vantagens indevidas a executivos de companhias sem controle concentrado

Justiça reconhece as perspectivas fraudulentas lançadas por Eike Batista

IBRASG tem atuado junto à Petrobras para que investidores brasileiros deixem de ser discriminados e, como os norte-americanos, também sejam indenizados pelas informações enganosas já confessadas pela Petrobras

IBRASG questionou na assembleia da CCR o pagamento, com dinheiro da compania e dos minoritários, de "mesada" para ex-administradores realizarem colaboração premiada que não comprometa os interesses dos controladores

Desde 2010, quando todos fechavam os olhos, o IBRASG já denunciava os ilícitos na Petrobras e os danos que eles causariam aos investidores